quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ALIMENTAÇÃO NO INVERNO!

Nesta estação do ano a disposição para prática de atividade física e para manter uma alimentação equilibrada diminuem, por quê?

Essas mudanças na disposição e no apetite são explicadas cientificamente: com o frio, o corpo tende a gastar mais energia para manter a temperatura entre 36,5ºC e 37ºC e por isso a necessidade energética pode aumentar. Praticar atividade física, realizar atividades que dão prazer, relaxar e comer são opções para melhorar a sensação de bem-estar. Contudo, grande parte das pessoas busca a recompensa apenas nos alimentos, o que prejudica o equilíbrio de calorias da dieta.

Algumas dicas para ajudar a driblar estes efeitos fisiológicos:

• Proponha-se a realizar atividade física pelo menos três vezes na semana: ao contrário do que as pessoas pensam, o inverno é a melhor estação para emagrecer, pois o corpo gasta mais energia com o frio. Antes dos treinos, uma torrada com geleia e um suco natural ou fruta são ótimas opções para o fornecimento adequado de energia.

• Para saciar a vontade de preparações quentes, invista em sopas com legumes e carnes magras. Acrescentar talos de folhas pode deixar a preparação muito mais nutritiva e rica em fibras. Prefira adicionar queijos magros, como a ricota e o queijo fresco.
• No inverno nossa preferência por preparações frias, como saladas, diminui. Para compensar, capriche na porção de legumes cozidos e refogados para garantir a fibra da dieta, que aumenta a sensação de saciedade e mantem a saúde do intestino.

• Procure manter o consumo diário de frutas e elas podem ser cozidas como uma banana com canela. E sempre que possível, inclua uma porção diária rica em vitamina C (laranja, limão, acerola, tangerina, morango, etc.) para aumentar a resistência a gripes e resfriados.

• No frio, a tendência é beber pouca água. Os chás de ervas entram como boa opção no cardápio para manter a hidratação. Descubra qual outra atividade te dá prazer no dia a dia para ajudar a equilibrar os prazeres da vida!

Fonte: Equilibrium Consultoria



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

NOVO MEMBRO DA FAMÍLIA KOONECTA

No dia 12 de Agosto de 2014 o Koonecta Labs adquiriu o aplicativo 2FIT.me
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O Dilema do Glúten!

O glúten é a principal proteína presente naturalmente no trigo, aveia, centeio, cevada e malte. É responsável pela elasticidade e crescimento de pães, massas, biscoitos, pizzas e por essa característica é tão comum paraa composição desses alimentos.
A retirada deste nutriente da dieta está relacionada por alguns especialistas como estratégia para emagrecimento e prevenção de doenças cardíacas e Alzheimer. Porém a ciência ainda não respalda esta conduta segundo o Conselho Regional de Nutricionista de São Paulo (CRN3).

A recomendação de restrição de consumo de glúten está direcionada a grupos específicos que possuem uma incapacidade imunológica de absorver este nutriente, como os portadores de doença celíaca que quando consomem o nutriente, seu sistema imunológico reconhece a proteína como um ataque e reage contra ela. Essa reação agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos demais nutrientes da dieta.
Além dos celíacos também existem algumas pessoas que são classificadas como intolerantes ao glúten. Elas podem passar mal quando consomem a proteína (diarreia e gases são sintomas comuns), mas não têm o intestino danificado e não sofrem de uma doença crônica. Porém precisa ser bem pesquisado por um profissional da saúde para diagnosticar este paciente como intolerante ao glúten, já que diversas outras doenças também desencadeiam estes sintomas.

Para uma população saudável, a dica para manutenção da saúde e bem estar é seguir uma alimentação balanceada, rica em frutas, legumes, verduras, cereais, carnes, ovos e laticínios, priorizando alimentos naturais e associar a prática de atividade física regular, ao invés de cortar nutrientes a espera de um milagre.

ACELBRA – Associação dos Celíacos do Brasil.
http://www.acelbra.org.br/2004/index.php
Saturni, L. et al. The Gluten-Free Diet: Safety and Nutritional Quality. Nutrients 2010, 2, 16-34

CRN3 – Conselho Regional de Nutricionistas.http://crn3.org.br/legislacao/pareceres-tecnico/