sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

COMO CURTIR AS FÁRIAS SEM ABRIR MÃO DOS BONS HÁBITOS ALIMENTARES.


Nutricionista dá dicas aos pais sobre alimentação correta para as crianças.

Férias, viagens e mudanças na rotina escolar. Durante este período, as crianças precisam de muita energia para brincar em casa, no playground, na piscina, no clube ou na praia. Nesta época do ano é bem comum deixar os hábitos saudáveis de lado, mas uma alimentação equilibrada pode ajudar nos momentos de diversão.
“É muito importante fracionar a alimentação. Realizar três refeições principais e de dois a três pequenos lanches intermediários por dia garantem que não ocorra diminuição do metabolismo e que a digestão aconteça de maneira adequada”, explica a consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), Alessandra Godoy.
Embora esta seja uma época de diversão, é preciso que os pais estejam atentos aos horários das refeições e aos excessos de doces, refrigerantes e frituras. De forma alguma vale chantagear ou usar uma comida favorita como recompensa. Segundo a nutricionista, esses alimentos podem ser consumidos com moderação, mas não podem substituir os que são ricos em nutrientes e nem serem ingeridos em grande quantidade. Esta é uma boa forma de conduzir a educação alimentar no período das férias.
Como exemplo, a especialista sugere uma composição de café da manhã ou lanche da tarde, baseada no Guia Alimentar da População Brasileira, que deve sempre conter:
1 fonte de carboidratos para fornecimento de energia (pães, biscoitos simples doces ou salgados, bolo simples ou cereal matinal);
1 fonte de fibras e minerais (frutas ou sucos);
1 fonte de cálcio (leite, queijo ou iogurte).
A realização desta refeição sugere menores índices de sobrepeso/obesidade. Outra dica importante, e até mais fácil, é o incentivo de atividades ao ar livre, que envolvam algum tipo de esforço físico.
Nas férias, com a alta da temperatura, também é importante que a criança tenha uma boa oferta de líquidos, principalmente água, complementando com sucos de frutas naturais.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

QUALIDADE DE VIDA NAS EMPRESAS

Além de problemas na vida pessoal e profissional, que já seriam suficientes para estressar qualquer um, os problemas pelo país noticiados todos os dias e pelo mundo vão minando a saúde de qualquer um. Nem percebemos, mas a qualidade de vida vai diminuindo a cada tensão que se acumula na musculatura da coluna e a cada dor que aparece pelo corpo.

Existem algumas ferramentas capazes de calcular um índice de qualidade de vida por meio de questionários de múltipla escolha, que são utilizados em estudos científicos e programas de qualidade de vida para empresas. Mas existem algumas ferramentas que as pessoas podem começar a utilizar a qualquer tempo e criando o hábito, se torna um fator importante para melhora deste índice.

Uma atitude simples e que faz toda diferença é colocar um post-it na tela do computador escrito “RESPIRE”, pode parecer besteira, mas a maior parte das pessoas mantem uma respiração superficial quase o dia todo, isso causa um acumulo enorme de tensões pelo corpo e gera dores em longo prazo. O simples fato de respirar fundo de tempos em tempos oxigena melhor o corpo e faz com que se sinta melhor.

Outra dica que gosto de dar em palestras corporativas, além daquele tão falado intervalo para pegar água ou ir ao banheiro a cada 50 minutos, é fazer alongamento sentado na sua própria cadeira, existe uma infinidade de alongamentos que podem ser feitos enquanto lê um texto no computador, desde a cervical, até tronco e membros, é só ter criatividade e não ter vergonha de ser feliz.

Com pequenas e simples atitudes que se perpetuem no nosso dia a dia podemos tornar nossa vida. Lembre-se que a mudança tem que começar dentro de nós, o resultado final é um mundo muito melhor!

CLAUDIO COTTER
CREFITO 30.874-F
CM2 FISIOTERAPIA
www.cm2fisioterapia.com.br


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Dicas para congelar comida de forma saudável

Dicas para congelar comida de forma saudável

Saiba como conservar a comida que sobra antes das férias ou depois das ceias de fim de ano


Todo fim de ano é a mesma coisa: tentar acabar com toda a comida de casa antes de viajar para as férias. Depois das festas de família, então, é um empurra-empurra de potinhos com o que sobrou da ceia que dá para alimentar mais um batalhão. E a pergunta que fica: como fazer para não desperdiçar tanta comida? A resposta pode ser congelar (quase) tudo que restou e comer paulatinamente. Confira as principais dicas para garantir comida de boa qualidade por mais tempo.

Que alimentos podem ser congelados?

Quase qualquer alimento pode ser congelado. Porém, alguns perdem suas texturas e sabor característicos, o que pode não ser tão proveitoso, segundo Cynthia Antonaccio e Marcia Bonetti, conselheiras do Conselho Regional de Nutricionistas Setor 3.

Alguns alimentos, como vegetais, por exemplo, mantêm suas características nutricionais por mais tempo se congelados do que se mantidos na temperatura ambiente. Para que isso ocorra, é necessário que seja feito um processo de branqueamento (um choque térmico com gelo logo após o cozimento no vapor). Fora isso, outros alimentos são surpreendentemente bons para congelar, como pães e bolos.

Dos alimentos mais festivos, as carnes (peru, tender, lombo pernil e etc) podem todas ser congeladas após o preparo. O bacalhau também pode ser congelado, mas a textura não ficará tão similar. Caso seja uma bacalhoada, é preciso tomar o cuidado de separar a batata e outros ingredientes que não mantenham a mesma consistência depois de descongelados.

Arroz, mesmo incrementado com passas ou carnes, pode ser congelado sem preocupação. A farofa também, no entanto, se contiver ovos, pode ficar com uma textura borrachuda. As tradicionais lentilhas de Ano Novo também podem ir para o congelador. Se puder ser congelada antes do tempero, é melhor.

Quais alimentos não podem ser congelados?

Alimentos como ovos, maionese, creme de leite, chantilly, folhas (como alface), pudins, batata, pepino, salsão, queijos cremosos, macarrão sem molho, cremes engrossados com farinha ou maisena tendem a perder suas características e, por isso, não são indicados.

Por isso, alguns acompanhamentos tradicionais das ceias como salpicão e maionese devem ser consumidos na hora (ou em 48 horas) para evitar contaminação. Sobremesas também não podem ser congeladas, em geral.

Qual a melhor embalagem para armazenar a comida?

Embalagens de vidro são as melhores, já que se trata de um material inerte que não vai absorver o cheio ou sabor do alimento. Potes de plástico ou sacos plásticos próprios para o congelador também são opções válidas.

Dica: deixe um espaço na embalagem para acomodar o aumento de volume de alguns alimentos quando congelados.

Quanto tempo os alimentos podem permanecer congelados?

O tempo de congelamento varia muito de cada alimento e ao que ele foi exposto. Enquanto carnes cruas podem ficar até um ano congeladas, alimentos já preparados podem ficar menos tempo. Para a professora do curso de Nutrição da Unicamp, Caroline Capitani, o mais garantido é consumir os alimentos até em um mês depois de congelados.

Caroline afirma que o tempo varia principalmente em relação à exposição antes de ser congelado. “No Natal, por exemplo, é comum preparar os alimentos durante o dia, consumir de noite, repeti-los no almoço do dia seguinte e só então congelá-los. Esse tempo todo aumenta a possibilidade de contaminação, o que diminui o tempo de degradação mesmo no congelador”, diz.

Dica: etiquete as embalagens e escreva qual alimento está lá e quando foi preparado e congelado.

O que fazer na hora de descongelar?

O melhor é deixar que o alimento descongele dentro da geladeira ou já seja aquecido (em banho maria ou no micro-ondas) para consumo. Uma das regras mais importantes é nunca congelar o alimento novamente. Por isso, separe os alimentos em porções pequenas ideias para o consumo em uma única refeição.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

PILATES PARA QUEM?

Poucos conhecem a real história do Pilates, e entendem realmente de que se trata e quais os indivíduos que têm indicação para praticá-lo.
Joseph Pilates, criador da técnica, foi prisioneiro de guerra, e num hospital de guerra criou a técnica, à partir da necessidade e oportunidade de reabilitar soldados feridos nas batalhas, usando apenas os recursos disponíveis (molas de colchões e os próprios leitos do hospital), de onde surgiu a idéia e desenvolvimento dos equipamentos hoje utilizados.

São princípios do pilates, a respiração, ativação de músculos estabilizadores específicos (power house), fluidez, precisão, controle e concentração, sendo estes princípios determinantes para a boa e eficaz execução da técnica e para diferenciá-la de outras atividades, como por exemplo a musculação.

Seguindo estes princípios, torna-se então uma atividade física indicada para quase todas as pessoas, tendo poucas restrições à sua prática.

Idosos, gestantes, adultos saudáveis ou em fase de reabilitação, crianças(com idade suficiente para compreensão de seus princípios e fundamentos) e atletas podem realizar a atividade, com objetivos específicos, que variam entre os indivíduo.

Fisioterapeutas e Educadores físicos podem atuar como instrutores de Pilates, sendo que educadores físicos direcionam-se mais ao condicionamento físico, enquanto fisioterapeutas associam esse objetivo à reabilitação de lesões ou continuidade do tratamento fisioterapico.

Pode ser usado como exemplo um atleta, que em fase de transição entre a reabilitação e o retorno ao esporte, dê início à prática do pilates, e posteriormente utilize-se do mesmo como forma de manutenção dos ganhos obtidos.

Gestantes podem realizar a atividade como forma de manutenção de força muscular e prevenção de lesões comuns às alterações biomecânicas que se desenvolve no período gestacional.

Idosos, geralmente desenvolvem equilíbrio, controle, concentração e força principalmente, sendo estes importantíssimos para melhora da qualidade de vida.

O pilates é uma atividade disponível a todas as classes sociais e às pessoas de todas as faixas etárias. Apesar disso vale lembrar da importância de buscar profissionais qualificados que possam oferecer um serviço de qualidade que honre seus objetivos e supra suas necessidades.

Pilates para quem quiser. Saúde para todos!

Lais Nascimento
CREFITO. 53941- LTF



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

FAST FOOD SEM CULPA

Coloque toda a culpa para escanteio porque é possível se render a esse tipo de refeição escolhendo a opção saudável.

Acordou de mau humor, brigou com o namorado ou levou uma bronca do chefe. Em quase todas essas situações, restaurantes fast food surgem no caminho e, claro, você não resiste e se sente péssima logo depois da última mordida. Com a ajuda da nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, preparamos um menu à prova de arrependimentos.

Boas Escolhas

Pequenos hábitos podem fazer a diferença e deixar a refeição ainda mais saudável:

1. Doce na medida certa

Açúcar ou adoçante em excesso podem ser um perigo para a saúde, principalmente porque eles são adicionados a quase tudo. Uma dica é adoçar aos poucos e experimentar a bebida antes de colocar mais uma dose.

2. Carnes magras

Dê preferência a frango, peixe e carne bovina magra (patinho, contrafilé, filé-mignon). Fique com as versões grelhadas, assadas e cozidas. “Alimentos empanados são mais gordurosos do que os outros porque na hora da fritura a farinha absorve ainda mais gordura”, alerta Beatriz Botéquio.

3. Suco de frutas

Se você tem dificuldade de incluir frutas na alimentação, o suco natural é uma boa alternativa para o consumo. Segundo Beatriz, ele é fonte de muitas vitaminas, minerais, fibras e substâncias antioxidantes, além de proteger contra o aparecimento de doenças e evitar o envelhecimento da pele.

4. Observe a tabela nutricional

A maioria das redes de fast food já disponibiliza um cardápio com valor nutricional de cada refeição. Se estiver na dúvida do que pedir, aproveite essas informações para fazer uma escolha mais saudável.

5. Menos sódio

Sal demais também é prejudicial à saúde e essa é uma preocupação mundial. “Em toda a indústria, os níveis de sal estão caindo”, diz Sam Oches, editor da QSR Magazine, uma publicação americana para o setor de restaurantes. Diversas redes de fast food já diminuíram a quantidade de sódio no preparo das refeições sem alterar o sabor para o consumidor final.



O clube das magrinhas

Veja as melhores opções nos fast food do Brasil:

CAFÉ DA MANHÃ

Suco verde detox – pepino, abacaxi, couve e hortelã (Salad Creations)

Esse suco é rico em vitaminas, sendo uma ótima opção para começar bem o dia. As fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino e para a saciedade. Além disso, é uma boa alternativa para incluir vegetais e mais líquidos na sua dieta.

98 cal., 20 g carbo., 1 mg sódio, 1,9 g fibra, 2,6 g proteína

Pão de queijo multigrãos, green tea latte pequeno e bolo de banana com cobertura de caramelo e nozes (Starbucks)

O pão de queijo multigrãos é rico em fibras e contém carboidrato, proporcionando energia e sensação de saciedade. O chá verde com leite também é energizante e fonte de proteína. Se você não abre mão de um docinho logo cedo, o bolo de banana com nozes pode ser uma boa opção para o café da manhã, pois é fonte de vitaminas e gorduras boas. Além disso, o açúcar poderá ser gasto nas suas atividades durante o dia.

– Pão de queijo: 282 cal., 15,8 g gord. totais (7,4 g gord. sat.), 28 g carb., 546 mg sódio, 1 g fibra, 7,6 g proteína

– Green tea latte: 102 cal., 3,2 g gord. totais (2,1 g gord. sat.), 15 g carb., 3,6 g proteína

– Bolo de banana: 295 cal., 14 g gord. totais (6,9 g gord. sat.), 38 g carb.,445 mg sódio, 1,6 g fibra, 3,9 g proteína

Açaí, banana e granola (Suco Bagaço)

O açaí é uma fruta energética, rica em carboidratos, fibras e gorduras boas e, combinado com a granola e a banana, colabora para um café da manhã saudável e equilibrado.

482 cal., 14 g gord. totais (6,2 g gord. sat.), 81 g carb., 153 mg sódio, 5,5 g fibra, 6,6 g proteína



ALMOÇO

Hambúrguer de salmão (Seletti)

Rico em ômega 3, esse pescado é uma excelente fonte de proteína. Além disso, o hambúrguer é grelhado, proporcionando uma refeição com menos gordura. Servido com pão integral, ele é fonte de fibras e carboidratos, contribuindo para a saciedade. O alface e o tomate completam os nutrientes com fibras e vitaminas.

170 cal., 8 g gord. totais (1 g gord. sat.), 33 g carb., 499 mg sódio, 24 g proteína

Crepe salgado shimeji-shitake (Desfrutti)

Com vegetais, o salgado também contém champignon e mussarela. A versão integral da massa fecha a refeição de forma saborosa e nutritiva.

579 cal., 26 g gord. totais (16 g gord. sat.), 54 g carb., 1.780 mg sódio, 5 g fibra, 33 g proteína

Filé de frango grelhado com 1/2 Bib’s Salad (Habib’s)

Opção grelhada com baixo teor de gordura, que acompanha verduras e legumes, fontes de fibras e vitaminas. O grão-de-bico está presente na salada e é uma leguminosa que deixa a refeição ainda mais completa e saudável.

401 cal., 20 g gord. totais (6,2 g gord. sat.), 26 g carb., 1.531 mg sódio, 6,6 g fibra, 30 g proteína



JANTAR

Premium Salad Grill (McDonald’s)

Os vegetais são uma fonte de fibras, vitaminas e minerais, colaborando para o bom funcionamento do intestino e para a saciedade. A cenoura é rica em betacaroteno, substância que ajuda a proteger contra doenças cardíacas, problemas de pele e nos olhos, prisão de ventre e colesterol alto. O tomate é rico em carotenoides, que possuem como benefício o reforço do sistema imunológico. O frango representa o grupo proteico com baixo teor de gordura.

227 cal., 7,6 g gord. totais (4,2 g gord. sat.), 3,4 g carb., 745 mg sódio, 3,7 g fibra, 36 g proteína

Abobrinha recheada (Habib’s)

Abobrinha, carne moída e arroz libanês. Fonte de fibras, carboidrato e proteína, tornando-se uma refeição completa. Dica: o suco de laranja é um bom acompanhamento, pois possui vitaminas complementares.

844 cal., 29 g gord. totais (10 g gord. sat.), 108 g carb., 2.784 mg sódio, 9,8 g fibra, 38 g proteína

Wrap de frango com ervas (Seletti)

A massa do wrap é o carboidrato dessa opção, o frango completa como a fonte de proteína e a abobrinha e as folhas são uma fonte de vitaminas e fibras, que contribuem para o bom funcionamento do intestino.

161 cal., 5,9 g gord. totais (1 g gord. sat.), 15 g carb., 295 mg sódio, 2,6 g fibra, 12 g proteína

Do Seu Jeitinho

Aquele hambúrguer que você pega no drive-thru e come correndo no carro nunca vai ser tão nutritivo (nem saboroso) quanto um feito em casa, grelhado e bem temperado, segundo Lindsay Lawes, nutricionista americana. No entanto, é possível driblar o cardápio e adaptar as quantidades à sua rotina, preservando a saúde.

1. Escolha o menu infantil

Você pode até ficar meio sem jeito de pedir as versões kid e junior no balcão, mas o cardápio das crianças geralmente tem metade das calorias do que a versão para adultos, além de fruta como sobremesa em alguns. “Pode parecer estranho, mas o valor nutricional delas é bem próximo ao do que um adulto saudável deve comer”, diz Teresa Wagner, nutricionista em Dallas, nos Estados Unidos.

2. Maneire no pão

Wraps e pães com farinha branca são ricos em carboidrato, mas incluem muitas calorias à sua refeição. Em diversos restaurantes, já é possível substituir o pão pela versão integral, que, além de mais saboroso, possui fibras, que colaboram com o bom funcionamento intestinal e promovem mais saciedade.

3. Não exagere no molho

Segundo especialistas, acrescentar mais molho a um prato já pronto pode aumentar em cerca de 100 calorias a refeição. Teriaki e barbecue são ainda mais calóricos, pois contêm muito açúcar. Na dúvida sobre a quantidade utilizada pelo chef de cozinha, peça o molho em um recipiente separado e acrescente aos poucos à sua refeição.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

KOONECTA E COSTA CRUZEIROS

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